domingo, 7 de agosto de 2011
Sem nada!!!
Sem coragem;
Sem tempo;
Sem inspiração;
Sem controle;
Sem paciência;
Sem sentido;
Com fé!!!
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Inveja ou admiração???
Então tá: Eu sou um, “pouquinho”, invejosa.
É o tipo de sentimento que tenho dificuldade em assumir.
Mas, eu sou humana, e devo dizer, que a minha inveja não causa prejuízos.
Poderia chamar tal sentimento de admiração, mas não expressaria totalmente o que sinto.
A inveja é algo pesado, carregado de cargas negativas, eu sei, mas...
Por vezes ela me leva a lutar, brigar por conquistas, que nenhum outro sentimento faria.
Tem gente que usa o termo “inveja branca”.
Eu prefiro o original.
Prefiro diminuir sua carga e pensar, que assim como saudade, às vezes, o sinônimo não diz exatamente o que se quer dizer.
Quando sinto a tal “pontinha” de inveja, consigo, imediatamente, e com a mesma intensidade, admirar o meu invejado.
Que ele continue conquistando, e me incentivando a fazê-lo também.
#prontofalei!!!
sexta-feira, 29 de julho de 2011
O trauma e a dentista
Costumo dizer que não sei quando decidi ser dentista, mas sei sim.
Foi quando vi esta foto !
Vc que chegou agora, não sabe, mas antes das TekPix e celulares com câmeras, no tempo da foto com filme, poucas mães faziam registros frequentes dos filhos. E sem photoshop ou pré visualização das fotos, muitas das 36 posições eram descartadas por olhos vermelhos ou cabeças cortadas.
Para registrar os momentos de seus rebentos, existia a figura do fotógrafo domiciliar, que as empresas enviavam de casa em casa. Marcava-se um horário e fazia-se a sessão de fotos. A produção se limitava a troca de roupas e uso de alguns objetos da casa, como flores ou livros.
Alguns dias depois, o fotógrafo voltava com o álbum pronto e com as faturas. Mensalmente vinha receber, nada de cheques pré datados.
Minha mãe fez nosso álbum por volta de 1971. Minha irmã caçula ainda não existia.
As fotos são simples, sem grandes tratamentos.
Para três crianças, são doze fotos de mais ou menos 25X30 cm.
E pasmem, esta minha foto é a capa do álbum.
Os padrões estéticos eram outros, e a saúde bucal, mal era considerada. Na nossa realidade, dentista só quando doía. Além do que , ia trocar os dentes de leite mesmo! Lembro da minha mãe nos mandando escovar os dentes de manhã, por estarmos com mau hálito, mas não me recordo de escovar os dentes pra dormir. Eu nunca usei chupeta ou tomei mamadeira.
As escovas tinham a opção de cerdas duras. Acreditava-se na sua maior eficiência. De tempo em tempo minha mãe colocava as escovas de molho na “cândida”.
Minha irmã mais velha já tinha trocado os incisivos e meu irmão mais novo ainda não tinha tido tempo de cariar os dentes. Então fica a pergunta? Por que esta minha foto, com todos os dentes anteriores cariados, foi a escolhida para ser a capa do álbum?
Como vocês podem ver, meu lado perfeccionista já aflorava. Se é pra fazer cárie, vou fazer bem. Grande e pra todo mundo ver :(
Acho que isso ficou no meu subconsciente, e, mais uma vez, o Universo conspirou a meu favor.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Comunicado urgente: Participe da Consulta Pública n° 34 da ANVISA
Comunicado urgente: Participe da Consulta Pública n° 34 da ANVISA Cara colega, O Conselho Regional de Odontologia de São Paulo alerta os cirurgiões-dentistas do Estado de São Paulo sobre a Consulta Pública nº 34/2011, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que dispõe sobre mudanças em aspectos relacionados a equipamentos de saúde sob regime de vigilância sanitária - usados, recondicionados, doados, alugados e em comodato, inclusive equipamentos odontológicos. A proposta tem como objetivo proibir a importação, comercialização, troca e doação de equipamentos usados que não tenham sido submetidos a recondicionamento. No entanto, a resolução também é especifica ao indicar que “o recondicionamento deverá ser executado exclusivamente pelo fabricante ou terceiro sob sua responsabilidade.” O Conselho Regional de Odontologia de São Paulo é favorável a instituição de normas para garantir a devida manutenção dos equipamentos odontológicos, preservando a saúde do paciente e do cirurgião-dentista, aos que se referem a radioatividade. Mas centralizar os direitos de manutenção exclusivamente nos fabricantes, além de contrariar a liberdade de mercado, irá burocratizar todo o processo de recondicionamento de qualquer equipamento, já que até a troca da peça mais simples, mesmo que facilmente encontrada no mercado com idênticas especificações de qualidade, estaria vinculada ao fabricante do equipamento. A medida poderá acarretar ainda na supervalorização do recondicionamento. As empresas poderão cobrar o quanto desejarem pela manutenção ou mesmo se negarem a oferecer esse tipo de serviço. Esta iniciativa dificultará a realização das atividades de manutenção de equipamentos odontológicos em todos os municípios, mais intensamente os de pequeno e médio porte, além de onerar os serviços prestados aos cirurgiões-dentistas. Tendo em vista que a proposta irá prejudicar todos os colegas e não trará beneficio algum para a sociedade o CROSP pede aos cirurgiões-dentistas que se manifestem no site da ANVISA, impreterivelmente, até o dia 26 de agosto. A partir de iniciativa do deputado federal Eleuses Paiva (DEM/SP), que tem defendido na Câmara Federal as reivindicações da classe odontológica, o presidente do CROSP Emil Adib Razuk foi convidado para participar de Audiência Pública para debater essa Consulta Pública, na Câmara dos Deputados, no segundo semestre de 2011. Autoridades que participarão da Audiência Pública:
Colega, não se omita e não fique inerte. Participe da Consulta Pública nº 34 da ANVISA. O processo é rápido e pode ser feito em até três minutos: 2. Clique aqui para baixar o Formulário para envio de contribuições em consulta publica 3. Preencha seus dados de identificação É importante que a mobilização seja coletiva e organizada. Para isso, o CROSP pede que ao participar individualmente, o cirurgião-dentista não deixe de enviar uma cópia da sua manifestação sobre a Consulta Pública nº 34 para o e-mail presidente@crosp.org.br É o CROSP lutando sempre por você! |
Não basta ser avó!
Minha avó materna, Maria das Dores, era uma pessoa seca, amarga.
Casamento infeliz, separação numa época que isso marcava a pessoa.
Ela vivia de casa em casa. Pra mim, quando criança, de repente, minha vó surgia.
Cheia de sacolas, trazia sempre um docinho. Muito católica, benzia os netos.
Ficava alguns dias. Dormia na sala e, novamente, de repente, ia embora. Nunca soube pra onde.
Ela foi minha primeira paciente. Ainda nem era formada. Pra ela tava tudo bem. Ser sua neta, quase dentista, era o bastante.
Ia me encontrar no consultório onde eu trabalhava de auxiliar e que meu chefe tinha liberado pra eu começar a fazer uns OZE na hora do almoço.
Me levava um lanchinho. Ovos cozidos, por exemplo.
Ainda que não dissesse, tinha muito orgulho de mim.
Depois de anos de batalhas judiciais, ela recebeu uma casa do meu avô. Agora ela tinha um endereço.
Lembro do dia que ela fez lasanha pra nos receber na casa nova.
Aproveitou pouco.
Adoeceu e precisou ficar com as filhas (minha mãe e uma tia).
Fiz nela, algumas injeções, que ela dizia não sentir nada. Tenho minha dúvidas.
Ela faleceu e não foi a minha formatura.
Em corpo, porque em espirito, eu tenho certeza que ela estava lá.
Com minha avó paterna, Dona Elide, morei quando criança.
Era ela que colocava os tampões nos óculos meu e da minha irmã, todas as tardes pra corrigir a vista preguiçosa.
Depois da sessão da tarde tinha o lanche, café com leite e farinha de rosca. Esquisito, mas delicioso. Ainda hoje este sabor me transporta para aquela época. Inicio dos anos 70. Noutras tardes era mingau de maizena. Tudo muito light como se pode ver.
Comi muita salsinha e hortelã da horta do quintal, como comidinha nas brincadeiras de casinha.
Bonachona, respondia quando a chamavam de preguiçosa: "O que eu feis eu feis. Quem quisé agora que faça!"
Nesse 26/07, dia dos avós, minha homenagem a todos os vovôs e vovós, em especial as dos meus filhos
D. Cidinha e D. Ruth.
Casamento infeliz, separação numa época que isso marcava a pessoa.
Ela vivia de casa em casa. Pra mim, quando criança, de repente, minha vó surgia.
Cheia de sacolas, trazia sempre um docinho. Muito católica, benzia os netos.
Ficava alguns dias. Dormia na sala e, novamente, de repente, ia embora. Nunca soube pra onde.
Ela foi minha primeira paciente. Ainda nem era formada. Pra ela tava tudo bem. Ser sua neta, quase dentista, era o bastante.
Ia me encontrar no consultório onde eu trabalhava de auxiliar e que meu chefe tinha liberado pra eu começar a fazer uns OZE na hora do almoço.
Me levava um lanchinho. Ovos cozidos, por exemplo.
Ainda que não dissesse, tinha muito orgulho de mim.
Depois de anos de batalhas judiciais, ela recebeu uma casa do meu avô. Agora ela tinha um endereço.
Lembro do dia que ela fez lasanha pra nos receber na casa nova.
Aproveitou pouco.
Adoeceu e precisou ficar com as filhas (minha mãe e uma tia).
Fiz nela, algumas injeções, que ela dizia não sentir nada. Tenho minha dúvidas.
Ela faleceu e não foi a minha formatura.
Em corpo, porque em espirito, eu tenho certeza que ela estava lá.
Com minha avó paterna, Dona Elide, morei quando criança.
Era ela que colocava os tampões nos óculos meu e da minha irmã, todas as tardes pra corrigir a vista preguiçosa.
Depois da sessão da tarde tinha o lanche, café com leite e farinha de rosca. Esquisito, mas delicioso. Ainda hoje este sabor me transporta para aquela época. Inicio dos anos 70. Noutras tardes era mingau de maizena. Tudo muito light como se pode ver.
Comi muita salsinha e hortelã da horta do quintal, como comidinha nas brincadeiras de casinha.
Bonachona, respondia quando a chamavam de preguiçosa: "O que eu feis eu feis. Quem quisé agora que faça!"
Nesse 26/07, dia dos avós, minha homenagem a todos os vovôs e vovós, em especial as dos meus filhos
D. Cidinha e D. Ruth.
domingo, 24 de julho de 2011
Mistérios
A vida ta bem.
A saúde ta bem.
A familia ta bem.
Mas a cabeça não!
Nem sempre existe uma explicação lógica. Aliás, eu não sou nada lógica.
Alguém tuitou:
O urso polar gosta do frio. O bipolar, às vezes do frio, às vezes do calor...
Sou um urso bipolar.
Alguns dias, 24h não são suficientes pra eu fazer tudo que quero, e em outros, quero hibernar por dias, semanas, meses.
Explodo. A mão formiga. Desando.
Depois fico remoendo os excessos.
Sou consciente de toda a felicidade que tenho, e às vezes passo remoendo tristezas passageiras.
A ansiedade é minha companheira. Quero fazer tudo, ontem.
A mesma ansiedade que deprime e, às vezes, me leva a um estado letárgico.
É no trabalho que sou mais estável, e ainda assim, o PQM que me excita num dia, me irrita no outro.
Ter 45 anos não é fácil!
A carga pesa. A cabeça a mil.
O futuro começa a ser uma preocupação.
A mente esperta, mas o corpo cansado.
Mas pra resolver tudo isso, Deus criou o domingo.
Respiro fundo. Oro. Observo minhas conquistas e sigo.
E pra por em prática minhas reflexões dominicais, Ele criou a segunda feira.
A saúde ta bem.
A familia ta bem.
Mas a cabeça não!
Nem sempre existe uma explicação lógica. Aliás, eu não sou nada lógica.
Alguém tuitou:
O urso polar gosta do frio. O bipolar, às vezes do frio, às vezes do calor...
Sou um urso bipolar.
Alguns dias, 24h não são suficientes pra eu fazer tudo que quero, e em outros, quero hibernar por dias, semanas, meses.
Explodo. A mão formiga. Desando.
Depois fico remoendo os excessos.
Sou consciente de toda a felicidade que tenho, e às vezes passo remoendo tristezas passageiras.
A ansiedade é minha companheira. Quero fazer tudo, ontem.
A mesma ansiedade que deprime e, às vezes, me leva a um estado letárgico.
É no trabalho que sou mais estável, e ainda assim, o PQM que me excita num dia, me irrita no outro.
Ter 45 anos não é fácil!
A carga pesa. A cabeça a mil.
O futuro começa a ser uma preocupação.
A mente esperta, mas o corpo cansado.
Mas pra resolver tudo isso, Deus criou o domingo.
Respiro fundo. Oro. Observo minhas conquistas e sigo.
E pra por em prática minhas reflexões dominicais, Ele criou a segunda feira.
sábado, 23 de julho de 2011
Cor de Rosa Choque
Rita Lee
Nas duas faces de Eva
A bela e a fera
Um certo sorriso
De quem nada quer...
A bela e a fera
Um certo sorriso
De quem nada quer...
Sexo frágil
Não foge à luta
E nem só de cama
Vive a mulher...
Não foge à luta
E nem só de cama
Vive a mulher...
Por isso não provoque
É Cor de Rosa Choque
Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
Não provoque!
É Cor de Rosa Choque
Não provoque!
É Cor de Rosa Choque
Por isso não provoque
É Cor de Rosa Choque...
É Cor de Rosa Choque
Oh! Oh! Oh! Oh! Oh!
Não provoque!
É Cor de Rosa Choque
Não provoque!
É Cor de Rosa Choque
Por isso não provoque
É Cor de Rosa Choque...
Mulher é bicho esquisito
Todo o mês sangra
Um sexto sentido
Maior que a razão
Gata borralheira
Você é princesa
Dondoca é uma espécie
Em extinção...
Todo o mês sangra
Um sexto sentido
Maior que a razão
Gata borralheira
Você é princesa
Dondoca é uma espécie
Em extinção...
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