É provável que pouca gente leia este texto, mas preciso externar.
Alguns colegas o farão, espero!
A arruaça promovida por este bando de " idores de escola", sim, porque pra mim, ir na faculdade,não é estudar, é algo absurdo.
Como alguém acredita, que a lei é mais lei pra uns que para outros?
Ser dependente de drogas é uma doença, mas isso não faz, com que seu uso deixe de ser crime.
Se isso já não bastasse, o fulano acha que pode invadir e depredar um prédio publico em nome da "sua" liberdade.
O estado hoje, teve que desviar 400 homens do efetivo policial, para fazer a reintegração de posse da USP.
Seres, espécie de humanos, que chamam a manutenção da ordem e o resgate do bem publico de "repressão"?
Em que mundo eles vivem? Em que país? Em que época?
Coitados, foram colocados em salas escuras, empurrados, sofreram violência. Devemos lembrá-los que eles iniciaram a violência.
Eu, de minha parte, quero que paguem por cada mesa e computador quebrado. Parte daquilo foi custeado com meus, nossos impostos.
Gostaria de saber a visão deles, se tivessem seu carro fosse roubado, ou sua irmã fosse atacada, aí a polícia poderia fazer seu trabalho? Aí não seria repressão?
Cada policial daquele estava só tentando fazer o seu trabalho.
Aos pais desses "meninos e meninas" deixo a minha visão:
"Quando o papai/mamãe não dão limites, a polícia tem que dar!"
terça-feira, 8 de novembro de 2011
domingo, 6 de novembro de 2011
Boliviano nascido no Brasil.
Não posso reclamar da recepção que tive na Espanha, terra do pai do meu marido. Eu não.
No entanto frequentemente tomamos conhecimento do impedimento da entrada de brasileiros em terras espanholas e em outros países da Europa.
Assolados em crise financeira, esses países, tentam com essas medidas impedir que os estrangeiros fixem residência por lá e com isso tomem, dos nativos, postos de trabalho.
Em alguns casos a atuação dos agentes de imigração chega a causar constrangimentos aos "turistas", que sofrem discriminação e até tortura psicológica.
Por vezes ficam em salas incomunicáveis, sem comer, até serem "deportados".
Por quê aqui, então, o governo é tão permissivo?
Antes que gritem, sou descendente de italianos e sei da contribuição imensurável que estes, os portugueses, espanhóis, alemães e etc. deram para a formação e desenvolvimento do nosso país.
O foco da minha revolta, neste momento, são os bolivianos.
De novo: Não estou generalizando.
Moro na Zona Nordeste da Capital Paulistana. Bairro de classe média baixa.
Já há alguns anos que sofremos com a "ïnvasão" dos dissidentes de Evo Morales.
Durante a semana eles passam amontoados em casas fechadas e úmidas.
Vivem com medo de abrir a janela e serem descobertos pela imigração.
A imigração não entra, mas o sol também não.
Enchem os postos de saúde com problemas respiratórios, e invariavelmente dão endereço errado.
Rapidamente têm filhos, e os registram. Assim sentem-se mais seguros.
Trabalham na sua grande maioria em oficinas de costura, montando peças e ganhando centavos por cada peça. Quase trabalho escravo.
Se revezam em turnos, de forma que as máquinas nunca param.
Assim que conseguem alguma "estabilidade" mandam buscar outros.
Quando não são trazidos por "gerentes" de oficinas já pensando na mão de obra barata. Não reclamam da situação. Têm medo.
Nos finais de semana é que se fazem vistos. Aparecem em grupos e pequenas familias. Tem sempre uma criança "brasivoliana" .
É neste ponto que me pego.
São muitos e ilegais. Entram simplesmente atravessando a fronteira.
Ocupam postos de trabalho de brasileiros e sobrecarregam o sistema de saúde, sem contribuir com um centavo para isso.
Não acho que devam ser discriminados ou enxotados, mas sim termos uma política de limitação de entrada, ou maior fiscalização das fronteiras.
Sinto que tenham más condições em sua terra natal, mas quando os brasileiros, assim pensam, e procuram melhores condições, em situação de ilegalidade em outros países, são deportados quando descobertos.
Desejo apenas que as autoridades imigratórias brasileiras revejam suas ações e protejam os empregos e o serviço de saúde do nosso povo.
No entanto frequentemente tomamos conhecimento do impedimento da entrada de brasileiros em terras espanholas e em outros países da Europa.
Assolados em crise financeira, esses países, tentam com essas medidas impedir que os estrangeiros fixem residência por lá e com isso tomem, dos nativos, postos de trabalho.
Em alguns casos a atuação dos agentes de imigração chega a causar constrangimentos aos "turistas", que sofrem discriminação e até tortura psicológica.
Por vezes ficam em salas incomunicáveis, sem comer, até serem "deportados".
Por quê aqui, então, o governo é tão permissivo?
Antes que gritem, sou descendente de italianos e sei da contribuição imensurável que estes, os portugueses, espanhóis, alemães e etc. deram para a formação e desenvolvimento do nosso país.
O foco da minha revolta, neste momento, são os bolivianos.
De novo: Não estou generalizando.
Moro na Zona Nordeste da Capital Paulistana. Bairro de classe média baixa.
Já há alguns anos que sofremos com a "ïnvasão" dos dissidentes de Evo Morales.
Durante a semana eles passam amontoados em casas fechadas e úmidas.
Vivem com medo de abrir a janela e serem descobertos pela imigração.
A imigração não entra, mas o sol também não.
Enchem os postos de saúde com problemas respiratórios, e invariavelmente dão endereço errado.
Rapidamente têm filhos, e os registram. Assim sentem-se mais seguros.
Trabalham na sua grande maioria em oficinas de costura, montando peças e ganhando centavos por cada peça. Quase trabalho escravo.
Se revezam em turnos, de forma que as máquinas nunca param.
Assim que conseguem alguma "estabilidade" mandam buscar outros.
Quando não são trazidos por "gerentes" de oficinas já pensando na mão de obra barata. Não reclamam da situação. Têm medo.
Nos finais de semana é que se fazem vistos. Aparecem em grupos e pequenas familias. Tem sempre uma criança "brasivoliana" .
É neste ponto que me pego.
São muitos e ilegais. Entram simplesmente atravessando a fronteira.
Ocupam postos de trabalho de brasileiros e sobrecarregam o sistema de saúde, sem contribuir com um centavo para isso.
Não acho que devam ser discriminados ou enxotados, mas sim termos uma política de limitação de entrada, ou maior fiscalização das fronteiras.
Sinto que tenham más condições em sua terra natal, mas quando os brasileiros, assim pensam, e procuram melhores condições, em situação de ilegalidade em outros países, são deportados quando descobertos.
Desejo apenas que as autoridades imigratórias brasileiras revejam suas ações e protejam os empregos e o serviço de saúde do nosso povo.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
O dia que eu virei Titia!
Minha irmã mais velha tem apenas 1 ano e meio mais que eu, mas nós somos muito diferentes.
Ela é calma, pensa pra falar, estudiosa, adora ler. Estudou Historia da Arte na Italia (chiquérrimo!). É Designer.
No dia que ela completou 25 anos contou que estava grávida. Acompanhei de longe. Eu estava no penúltimo ano da faculdade e praticamente morava fora.
Lembro como se fosse hoje. Minha mãe me ligou no trabalho, na hora do almoço.
-Celinha, a Silvia ganhou nenê. É uma menina! (não se fazia ultrassom pra saber o sexo).
Fiquei com os olhos merejados . A tata era mãe! Era dia 17/10/1989.
Naquela noite não fui pra faculdade. Fui ao hospital São José do Brás ver minha primeira sobrinha. Antes eu comprei, aquela que eu queria que fosse, a sua primeira boneca. Uma Mônica.
Ela era pititica. Menos de 3kg, saudável e bem branquinha.
Cresceu muito inteligente. Cedo foi pra escolinha e com 3 anos sabia o nome das 24 cores da caixa de lápis de cor.
Era o máximo vê-la diferenciar marrom de ocre.
Aos cinco anos os pais foram orientados a colocá-la na primeira série. Tomou gosto pela escola, e aos quinze já saía do ensino médio.
Concluiu o curso de Inglês e começou a dar aula.
Com 18 se formou em pedagogia. Toca violão e guitarra. Praticamente autodidata.
A música a aproximou do alemão. Comprou um dicionário, alguns livros e prestou outro vestibular.
Atualmente faz o segundo ano de Letras Português/Alemão na USP. Mora sozinha, numa republica.
Hoje esta menina, que teve a sorte de nascer numa família maravilhosa, completa 22 anos, e este texto é uma pequena homenagem a todas as suas conquistas. Que assim continue!
Parabéns, Marina, sobrinha querida!
E desculpe eventuais erros. Nunca fui boa nisso!
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
12 de outubro é dia de quem???

Eu me considero ecumênica.
Creio basicamente num Ser superior, criador de tudo e de todos.
Ele pode ter vários nomes.
Um Ser que nos concedeu o livre arbítrio.
Creio no seu filho, que habitou a terra entre nós, ajudou e tentou ensinar a quem se dispôs a ouvi-lo.
E em Nossa Senhora.
Neste dia 12/10 rendo minha homenagens a ela, que passou pelo maior sofrimento que uma mãe pode passar: ver o sofrimento e a perda de um filho.
Maria, a mãe de Jesus é celebrada como Imaculada Conceição e recebe um complemento de acordo com o local de adoração.
No Brasil, a historia conta que, durante uma pescaria que nada rendia, foi encontrada pelos pescadores, uma imagem de Santa, primeiro o corpo, depois a cabeça, no Rio Paraiba do Sul a 12 de outubro de 1717. A partir deste instante os pescadores tiveram a melhor pesca possível. A imagem foi identificada como sendo de Nossa Senhora da Conceição.
Passaram a adorá-la como Nossa Senhora da Conceição Aparecida ou simplesmente Nossa Senhora Aparecida. A noticia correu.
Os fiéis aumentaram e em 1734 o vigário de Guaratinguetá construiu uma capela, visto que o numero de romeiros aumentara muito.
A partir de 1928 o local passou a municipio, e recebeu o nome de Aparecida, no estado de São Paulo, em homenagem a Santa, e é conhecido como o maior Santuário Mariano no Mundo.
Ela é a Santa Padroeira do Brasil.
Que ela abençoe nosso país.
sábado, 8 de outubro de 2011
O FRASCO DE MAIONESE E CAFÉ
Recebi esta mensagem de uma querida amiga e devo admitir, que me senti culpada por não tomar um café com ela mais frequentemente.
Quando as coisas na vida parecem demasiado, quando 24 horas por dia não são suficientes...Lembre-se do frasco de maionese e do café. Um professor, durante a sua aula de filosofia sem dizer uma palavra, pega num frasco de maionese e esvazia-o...tirou a maionese e encheu-o com bolas de golf. A seguir perguntou aos alunos se o frasco estava cheio. Os estudantes responderam sim. Então o professor pega numa caixa cheia de pedrinhas e mete-as no frasco de maionese. As pedrinhas encheram os espaços vazios entre as bolas de golf. O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a dizer que sim. Então...o professor pegou noutra caixa...uma caixa cheia de areia e esvaziou-a para dentro do frasco de maionese. Claro que a areia encheu todos os espaços vazios e uma vez mais o pofessor voltou a perguntar se o frasco estava cheio. Nesta ocasião os estudantes responderam em unânime "Sim !". De seguida o professor acrescentou 2 xícaras de café ao frasco e claro que o café preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes nesta ocasião começaram a rir-se...mas repararam que o professor estava sério e disse-lhes: 'QUERO QUE SE DÊEM CONTA QUE ESTE FRASCO REPRESENTA A VIDA'. As bolas de golf são as coisas Importantes: como a FAMÍLIA, a SAÚDE, os AMIGOS, tudo o que você AMA DE VERDADE. São coisas, que mesmo que se perdessemos todo o resto, nossas vidas continuariam cheias. As pedrinhas são as outras coisas que importam como: o trabalho, a casa, o carro, etc. A areia é tudo o demais, as pequenas coisas. 'Se puséssemos 1º a areia no frasco, não haveria espaço para as pedrinhas nem para as bolas de golf. O mesmo acontece com a vida'. Se gastássemos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teríamos lugar para as coisas realmente importantes. Preste atenção às coisas que são cruciais para a sua Felicidade. Brinque ensinando os seus filhos, Arranje tempo para ir ao medico, Namore e vá com a sua/seu namorado(a)/marido/mulher jantar fora, Dedique algumas horas para uma boa conversa e diversão com seus amigos Pratique o seu esporte ou hobbie favorito. Haverá sempre tempo para trabalhar, limpar a casa, arrumar o carro... Ocupe-se sempre das bolas de golf 1º, que representam as coisas que realmente importam na sua vida. Estabeleça suas prioridades, o resto é só areia... Porém, um dos estudantes levantou a mão e perguntou o que representaria, então, o café. O professor sorriu e disse: "...o café é só para vos demonstrar, que não importa o quanto a nossa vida esteja ocupada, sempre haverá espaço para um café com um amigo. " |
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Sombras
Primeiro eu perco o apetite.
Em seguida me sinto mais cansada e irritada que o habitual
Invariavelmente uma gripe oportunista aparece.
É um mal estar leve. Uma espécie de enjoo.
Eu sei que algo me incomoda mas não sei o que.
Os dias passam e eu acabo percebendo que é ela!
A ansiedade, prima irmã da depressão!
Alguns perguntam: Por que?
A gente pergunta: Por que?
E este é o lado pior. Não tem porque!
Que bom seria se sempre os porquês tivessem uma explicação.
Recorro aos florais e a boa e velha alopatia.
Não quero sair pra trabalhar, mas o trabalho me faz muito bem.
Lá eu esqueço. Dou um sentido as atividades e o fazer algo pelos outros, sempre me faz bem.
Volto pra casa.
Volto pros meus, ainda com sombras nos olhos.
E em mais alguns dias eu volto pra "mim".
Espero!!!!!!!!!!!!!!!!
Em seguida me sinto mais cansada e irritada que o habitual
Invariavelmente uma gripe oportunista aparece.
É um mal estar leve. Uma espécie de enjoo.
Eu sei que algo me incomoda mas não sei o que.
Os dias passam e eu acabo percebendo que é ela!
A ansiedade, prima irmã da depressão!
Alguns perguntam: Por que?
A gente pergunta: Por que?
E este é o lado pior. Não tem porque!
Que bom seria se sempre os porquês tivessem uma explicação.
Recorro aos florais e a boa e velha alopatia.
Não quero sair pra trabalhar, mas o trabalho me faz muito bem.
Lá eu esqueço. Dou um sentido as atividades e o fazer algo pelos outros, sempre me faz bem.
Volto pra casa.
Volto pros meus, ainda com sombras nos olhos.
E em mais alguns dias eu volto pra "mim".
Espero!!!!!!!!!!!!!!!!
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Somente hoje!
Por motivo de força maior, hoje estou atendendo no seguinte endereço:
@odontodivas.com
http://odontodivas.com/2011/10/a-diferenca-entre-cura-e-tratamento.html >>>>> by @celiabarral
http://odontodivas.com/2011/10/a-diferenca-entre-cura-e-tratamento.html >>>>> by @celiabarral
Passa lá!
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